Contabilidade e Impostos

Reforma Tributária: o que muda para sua empresa em 2026

Equipe Conta Azul Equipe Conta Azul | Atualizado em: 26/02/2026

O que você vai ver neste post:

  • Entenda o que é a Reforma Tributária, o que muda na cobrança de impostos e quando tudo começa a valer;
  • Saiba como funcionam o IBS e o CBS quais setores terão alíquotas reduzidas e o impacto para empresas do Simples, Lucro Presumido ou Real.
  • Descubra como a Conta Azul ajuda seu negócio a se preparar para a reforma, com mais controle, visibilidade e apoio do contador.
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A Reforma Tributária muda o sistema de cobrança de impostos no Brasil, substituindo cinco tributos (PIS, Cofins, ICMS, ISS e IPI) por dois novos: IBS e CBS. A proposta busca simplificar regras e tornar a tributação mais transparente para empresas.

As mudanças começaram em 2026 e seguem um cronograma de transição gradual até 2033, período em que o modelo atual e o novo sistema vão conviver. A implementação será feita por etapas para reduzir impactos bruscos.

Para as empresas, isso significa novas formas de calcular, recolher e declarar impostos, com possível alteração na carga tributária. A alíquota padrão da reforma tributária pode chegar a 26,5%, variando conforme o setor e o regime tributário, como o Simples Nacional.

Neste guia sobre Reforma Tributária, você vai entender o que muda, quando entra em vigor, como funcionam o IBS e CBS, o Imposto Seletivo e como preparar sua empresa para esse novo cenário.

Neste conteúdo, veja:

Manual de sobrevivência da

Reforma Tributária

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O que é a Reforma Tributária?

Um homem em seu escritório, mexendo no notebook e na sua mesa, uma calculadora e papéis

Em dezembro de 2023, a nova Reforma Tributária foi aprovada pelo Senado e pelo Congresso Nacional, por meio da Emenda Constitucional 132/2023. Já em dezembro de 2024, a Câmara dos Deputados aprovou um dos projetos de regulamentação da proposta, que havia retornado do Senado com alterações. Essa norma representa a maior mudança no sistema tributário nacional das últimas décadas e marca um novo capítulo na estrutura de tributos do país.

A Reforma Tributária no Brasil tem como objetivo simplificar e unificar um amplo conjunto de tributos que incidem sobre o consumo. No entanto, as mudanças acontecerão de forma gradual. A nova forma de tributação sobre mercadorias e serviços começará a ser implementada em 2026, com conclusão prevista para 2033.

Já a transição relacionada à cobrança do imposto no destino (local do consumo) será ainda mais longa: terá início em 2029 e será finalizada apenas em 2078.

Reforma Tributária: problemas do sistema tributário atual do Brasil

Fonte: Receita Federal


Leia também: Quais são os tributos que existem no Brasil e como eles afetam o planejamento financeiro da empresa?

O que muda com a Reforma Tributária: as 5 principais mudanças para as empresas

A Reforma Tributária altera a forma como as empresas pagam impostos no Brasil. O foco é simplificar regras, reduzir distorções e tornar a cobrança mais previsível para negócios de todos os portes, especialmente micro, pequenas e médias empresas.

1. Unificação de cinco impostos em dois

Hoje, sua empresa paga PIS, Cofins, ICMS, ISS e IPI separadamente. Com a reforma, esses tributos serão substituídos por apenas dois: CBS (federal) e IBS (estadual e municipal), seguindo o modelo de IVA dual.

Impostos que acabam

  • PIS;
  • Cofins;
  • ICMS;
  • ISS;
  • IPI (com exceção da Zona Franca de Manaus).

Impostos novos

  • CBS;
  • IBS.

2. Fim da tributação em cascata

No sistema atual, um imposto pode incidir sobre outro ao longo da cadeia. Com a Reforma Tributária, CBS e IBS geram crédito, evitando que o imposto “se acumule” no preço final.

Na prática, cada empresa paga apenas sobre o valor que realmente adiciona ao produto ou serviço.

3. Cobrança no destino, não na origem

Hoje, parte dos impostos fica onde a empresa está localizada. Com a Reforma Tributária, a cobrança passa a ser feita no local do consumo, ou seja, onde o cliente está.

Isso reduz a guerra fiscal entre estados e muda a lógica de arrecadação para muitas empresas.

4. Nova alíquota padrão

A proposta prevê uma alíquota única estimada em até 26,5%, somando CBS e IBS. O percentual é alto, mas substitui vários impostos que hoje são cobrados separadamente.

O impacto real vai depender do setor, do regime tributário e da estrutura da empresa.

5. Regimes especiais e isenções

A reforma cria regimes diferenciados, com alíquotas reduzidas para áreas como saúde e educação. Os produtos da cesta básica terão isenção total de impostos.

Essas regras buscam reduzir o impacto da reforma sobre itens essenciais.

IBS Reforma Tributária: como será a unificação de impostos

Fonte: Receita Federal

Cashback de impostos: como vai funcionar a devolução para consumidores

A Reforma Tributária também criou o mecanismo de cashback tributário, que prevê a devolução parcial de tributos para famílias de baixa renda, inscritas no CadÚnico.

Critérios para o recebimento:

  • Residir no Brasil e possuir CPF ativo;
  • Compras feitas por qualquer membro da família serão consideradas;
  • Benefício começa em 2027 para a CBS e 2029 para o IBS.

O valor poderá ser:

  • Descontado automaticamente na fatura de serviços essenciais (energia elétrica, água, gás);
  • Transferido para conta bancária, em até 15 dias após apuração + 10 dias para repasse pelos bancos.

Nova categoria de contribuinte: o que muda para prestadores de serviço

A emenda constitucional cria a figura do “nanoempreendedor”, uma nova categoria de contribuinte com isenção total da CBS e IBS, desde que não optem pelo regime MEI.

Critério de enquadramento:

  • Faturamento anual de até R$ 40,5 mil, equivalente a 50% do limite do Simples Nacional.

Essa medida pode beneficiar profissionais autônomos e prestadores de serviço informais, incluindo atividades como beleza, manutenção, artesanato, entre outras. O objetivo é formalizar e desonerar quem está na base da pirâmide produtiva, ampliando a inclusão tributária.

Leia também: O que muda com a nova Nota Fiscal Nacional (2025)

Quando entra em vigor a Reforma Tributária​?

As mudanças da tributação ocorrerão aos poucos. O processo de transição da Reforma Tributária começa em 2026 e vai até 2033. Confira o que muda em cada ano:

  • 2026: início da cobrança do CBS e IBS, com alíquotas de 0,9 e 0,1% respectivamente;
  • 2027: extinção do PIS/Cofins e redução a zero da alíquota do IPI, exceto para itens produzidos na Zona Franca de Manaus;
  • 2029 a 2032: extinção gradual do ICMS e ISS;
  • 2033: vigência integral do novo sistema e extinção dos tributos antigos;
  • 2029 a 2078: mudança gradual em 50 anos da cobrança tributária da origem (local de produção) para o destino (local de consumo).
Transição da Reforma Tributária

Fonte: Receita Federal

Leia também: Entenda quais são os Códigos de Situação Tributária

IBS e CBS: entenda os novos impostos na prática

Como já dissemos, o IBS e o CBS são a base da Reforma Tributária e formam o novo modelo de tributação sobre o consumo no Brasil. Juntos, eles substituem PIS, Cofins, ICMS e ISS, simplificando a forma como as empresas pagam impostos.

O CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) é um tributo federal que substitui o PIS e a Cofins. Ele incide sobre bens e serviços, tem alíquota definida pela União e segue a lógica de crédito ao longo da cadeia.

Na prática, isso significa que o imposto pago nas etapas anteriores pode ser abatido. Por exemplo, se sua empresa compra um insumo e depois vende um produto, o CBS incide apenas sobre o valor agregado.

Já o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) substitui o ICMS e o ISS e será um tributo estadual e municipal. Ele não será administrado pela Receita Federal, mas por um Comitê Gestor, com participação de estados e municípios.

A principal mudança do IBS é a alíquota uniforme em todo o Brasil, o que reduz a guerra fiscal entre estados e traz mais previsibilidade para quem vende para diferentes regiões.

Empresas do Simples Nacional não terão impacto direto nos primeiros anos da reforma. Ainda assim, é importante acompanhar as mudanças, já que fornecedores e clientes podem repassar novos custos ou créditos.

A reforma também prevê o Split Payment, um modelo em que o imposto é retido automaticamente no momento do pagamento. Isso reduz a sonegação e facilita o cumprimento das obrigações tributárias pelas empresas.

Antes da reforma

  • 5 impostos diferentes;
  • Múltiplas regras e alíquotas;
  • Cobrança na origem.

Depois da reforma

  • 2 impostos: CBS e IBS;
  • Alíquotas mais uniformes;
  • Cobrança no destino.

Qual será a alíquota da Reforma Tributária e como ela impacta seu negócio?

Com a Reforma Tributária, a cobrança sobre o consumo será centralizada no IVA dual, formado pela CBS (federal) e IBS (estadual e municipal). A proposta prevê uma alíquota-padrão máxima de até 26,5%, que será aplicada sobre a maioria dos bens e serviços.

Esse percentual representa uma média do total de tributos que hoje incidem separadamente, como PIS, Cofins, ICMS e ISS. A ideia é substituir o modelo atual, que pode ultrapassar 30% dependendo da operação, por um sistema mais transparente e uniforme.

Alíquotas diferenciadas e isenções

Para garantir justiça fiscal, a nova legislação prevê alíquotas reduzidas ou zeradas para alguns segmentos essenciais:

Alíquota reduzida (60% de desconto sobre a alíquota-padrão) para:

  • Serviços de saúde e educação;
  • Medicamentos (não listados como isentos);
  • Insumos agropecuários;
  • Produções culturais;
  • Produtos de limpeza;
  • Atividades esportivas.

Alíquota zero para:

  • Cesta básica nacional: arroz, feijão, leite, açúcar, macarrão, sal, manteiga, carnes e peixes, farinha de mandioca e de milho;

Essa isenção total sobre carnes, prevista na nova Reforma Tributária, gerou destaque no debate público. A ideia é garantir acesso a alimentos essenciais com menor carga tributária, o que reforça a importância da reforma tributária na carne e em outros itens básicos do dia a dia dos brasileiros.

  • Itens complementares:
    • Fórmulas infantis e especiais;
    • Óleo de babaçu;
    • Pão francês;
    • Grãos e farinhas de aveia, trigo, milho;
    • Queijos como muçarela, minas e ricota;
    • Mate;
    • Ovos e coco;
    • Frutas frescas, refrigeradas ou congeladas sem adição de açúcar;
    • Plantas e produtos de floricultura com finalidade alimentar, medicinal ou ornamental.
Reforma Tributaria Carne​: alíquota será zero

Além disso, medicamentos para doenças graves e serviços educacionais também estarão isentos de IBS e CBS.

Por que essa mudança importa para a sua empresa?

Embora a alíquota de 26,5% possa parecer alta à primeira vista, ela substitui vários tributos em cascata que atualmente distorcem os preços e dificultam o planejamento financeiro. Com a simplificação, espera-se:

  • Redução de custo administrativo com apuração de impostos;
  • Mais previsibilidade para precificação e negociação com fornecedores;
  • Potencial redução de carga para empresas que operam com margens apertadas, especialmente no setor de serviços e comércio.

Se a sua empresa atua em segmentos com isenção ou alíquota reduzida, vale conversar com o contador ou BPO financeiro para entender como se preparar e adaptar os preços e a gestão tributária.

Impactos da Reforma Tributária para empreendedores 

A Reforma Tributária promete simplificar o sistema e melhorar o ambiente de negócios no Brasil. Mas, na prática, o que muda para quem empreende?

Depende do regime tributário e da atividade da sua empresa.

Para quem está no Simples Nacional

Se você é MEI ou optante do Simples, a princípio, não terá mudanças imediatas. A estrutura de tributos segue como está. Porém, é importante ficar atento, pois fornecedores e prestadores fora do Simples podem repassar aumentos, o que afeta o seu custo final.

Para quem está no Lucro Presumido ou Lucro Real

Aqui, o impacto é mais direto. Com a adoção do IVA dual (CBS + IBS), a carga tributária pode aumentar, ou não, dependendo do seu setor e da possibilidade de gerar créditos tributários.

Você pode pagar mais ou menos imposto, e o que vai fazer a diferença é a estrutura de custos do seu negócio.

Veja dois exemplos práticos:

  1. Setor de saúde com alíquota reduzida (60%)

Cenário atual (Lucro Presumido):

  • Valor cobrado do cliente: R$ 5.000
  • Tributos (PIS, Cofins e ISS): R$ 432,50
  • Valor líquido para a empresa: R$ 4.567,50

Cenário futuro com Reforma Tributária:

  • Nova alíquota: 28% – 60% = 11,2%
  • Valor cobrado do cliente: R$ 5.079,06
  • Tributo (CBS/IBS): R$ 511,56
  • Valor líquido para a empresa: R$ 4.567,50

Mesmo com a redução, o valor total de imposto pago aumenta.

  1. Tributação integral (sem redução)

Cenário atual (Lucro Presumido):

  • Valor cobrado do cliente: R$ 5.000
  • Tributos: R$ 432,50
  • Valor líquido: R$ 4.567,50

Cenário futuro com alíquota cheia (28%):

  • Valor cobrado do cliente: R$ 5.846,40
  • Tributos: R$ 1.278,90
  • Valor líquido: R$ 4.567,50

A empresa precisaria repassar esse custo ao cliente ou absorver a perda na margem.

O que é o Imposto Seletivo e quais setores serão afetados?

O Imposto Seletivo, conhecido como “imposto do pecado”, será aplicado à produção, comercialização ou importação de itens prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. A medida busca desestimular o consumo de certos produtos e práticas.

Produtos e serviços afetados incluem:

  • Cigarros e produtos do fumo;
  • Bebidas adoçadas (refrigerantes, sucos com açúcar);
  • Bebidas alcoólicas (com alíquota proporcional ao teor de álcool);
  • Automóveis, inclusive os elétricos;
  • Barcos e aeronaves de uso particular;
  • Jogos de apostas, como “bets” e “fantasy games”;
  • Extração de recursos naturais, como minério de ferro, petróleo e gás.

Apesar de ter sido mantida a incidência sobre bebidas açucaradas, itens como armas e munições ficaram de fora do escopo de aplicação.

Como preparar sua empresa para a Reforma Tributária?

A Reforma Tributária já começou e as primeiras mudanças já entraram em vigor em 2026. Quanto antes sua empresa se organizar, mais fácil será adaptar processos, preços e o planejamento tributário ao novo modelo.

Passo 1: Consulte seu contador ou BPO financeiro
Converse com um especialista para entender como CBS e IBS impactam seu regime tributário. Simulações personalizadas ajudam a prever mudanças na carga de impostos e tomar decisões mais seguras.

Passo 2: Atualize seus sistemas de gestão e emissão de notas
A partir de 2026, a emissão de notas fiscais precisa destacar corretamente CBS e IBS. Por isso, ERPs e softwares de gestão devem estar preparados para as novas regras.

Passo 3: Revise sua estrutura de custos e precificação
Mapeie insumos tributados para identificar créditos possíveis. Essa análise ajuda a recalcular margens e ajustar preços ao novo cenário da reforma tributária para empresas.

Passo 4: Avalie contratos de longo prazo
Contratos firmados antes da reforma podem ter cláusulas de reajuste incompatíveis com o novo modelo. Antecipar essa revisão evita surpresas no futuro.

Passo 5: Capacite sua equipe financeira
A área administrativa precisa entender os novos processos de apuração, declaração e controle de impostos para reduzir erros e ganhar eficiência.

A tecnologia é parte fundamental dessa preparação. Sistemas de gestão, como a Conta Azul, facilitam o controle de tributos, a geração de relatórios e a troca de informações com o contador, ajudando sua empresa a enfrentar a reforma Tributária com mais segurança.

A Conta Azul já está pronta para a Reforma Tributária: emita suas notas fiscais com IBS e CBS

A Reforma Tributária exige que empresas passem a emitir suas notas fiscais com os novos tributos IBS e CBS. Para facilitar essa transição, a Conta Azul já disponibilizou todos os campos e processos necessários para atender às regras da Lei Complementar nº 214.

Agora, empresas do regime normal podem emitir Notas Fiscais Eletrônicas de Produto (NF-e) e Notas Fiscais de Serviço (NFS-e) totalmente compatíveis com o novo modelo fiscal.

O processo já está funcionando em todos os tipos de NF-e e NFS-e. Tudo foi validado, testado e aprovado para oferecer segurança e conformidade desde o primeiro dia.

Com a Conta Azul, sua empresa já está preparada para a nova legislação e pode seguir emitindo notas de forma simples, rápida e dentro das regras. Prepare seu negócio para a Reforma Tributária com praticidade. Teste grátis a Conta Azul!

Perguntas frequentes sobre a Reforma Tributária

O que muda com a Reforma Tributária?

A Reforma Tributária vai unificar tributos federais, estaduais e municipais em dois novos impostos: CBS (federal) e IBS (estadual/municipal). Isso torna o sistema mais simples e reduz a cobrança em cascata.

Quando a Reforma Tributária começa a valer?

A Reforma Tributária entra em vigor em 2026, mas a transição será gradual até 2033. Algumas mudanças, como a cobrança no destino, vão até 2078.

A Reforma Tributária vai aumentar os impostos?

Depende da atividade e do regime da empresa. Para alguns setores, como serviços, pode haver aumento. Já áreas como saúde, educação e alimentos básicos terão alíquotas reduzidas ou isenção.

Quem está no Simples Nacional será afetado?

Sim, mas de forma indireta. O Simples Nacional continua existindo, mas empresas poderão sentir reflexos nos preços de fornecedores e clientes fora do regime.

Como se preparar para a Reforma Tributária?

Converse com seu contador, faça simulações e use a tecnologia a seu favor. Um sistema ERP como a Conta Azul ajuda a manter o controle financeiro em dia e tomar decisões com base em dados.

Posso optar por não aderir à Reforma Tributária?

Não. A Reforma Tributária é uma mudança constitucional e vale para todas as empresas. O que varia é o impacto, de acordo com o setor, o regime tributário e a forma como o negócio está estruturado.

Como funciona o cashback de impostos?

O cashback prevê a devolução de parte dos impostos pagos para famílias de baixa renda, principalmente sobre consumo essencial. O benefício é voltado ao consumidor final e não altera diretamente a apuração das empresas.

A Zona Franca de Manaus continua com incentivos?

Sim. A Reforma Tributária mantém os incentivos da Zona Franca de Manaus. O IPI terá alíquota zerada para a maioria dos produtos, com exceções ligadas à política de desenvolvimento da região.

Posso recuperar créditos sobre todos os custos?

Não sobre todos. Os créditos de CBS e IBS poderão ser aproveitados sobre gastos ligados à atividade da empresa. As regras completas ainda dependem de regulamentação, mas o objetivo é reduzir a cobrança em cascata.

Entenda a Reforma Tributária na prática com especialistas

Quer compreender como a Reforma Tributária vai impactar empresas e contabilidades? No episódio do podcast da Conta Azul, Bernard Appy, Secretário Extraordinário da Reforma Tributária, e Adilson Ruy, CEO do Grupo Ruy & Cecon Associados e Embaixador Conta Azul, explicam o que muda na rotina de quem empreende e atua com gestão financeira.

No bate-papo, eles abordam:

  • A transição para o novo modelo de IVA dual (CBS e IBS);
  • As mudanças na precificação e na recuperação de créditos;
  • Como a contabilidade ganha um papel ainda mais estratégico;
  • E o que o empreendedor precisa adaptar em processos, contratos e sistemas.

Assista ao episódio completo abaixo:

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