O que você vai ver neste post:
- Entenda o que é a Reforma Tributária, o que muda na cobrança de impostos e quando tudo começa a valer;
- Saiba como funcionam o IBS e o CBS quais setores terão alíquotas reduzidas e o impacto para empresas do Simples, Lucro Presumido ou Real.
- Descubra como a Conta Azul ajuda seu negócio a se preparar para a reforma, com mais controle, visibilidade e apoio do contador.
A Reforma Tributária muda o sistema de cobrança de impostos no Brasil, substituindo cinco tributos (PIS, Cofins, ICMS, ISS e IPI) por dois novos: IBS e CBS. A proposta busca simplificar regras e tornar a tributação mais transparente para empresas.
As mudanças começaram em 2026 e seguem um cronograma de transição gradual até 2033, período em que o modelo atual e o novo sistema vão conviver. A implementação será feita por etapas para reduzir impactos bruscos.
Para as empresas, isso significa novas formas de calcular, recolher e declarar impostos, com possível alteração na carga tributária. A alíquota padrão da reforma tributária pode chegar a 26,5%, variando conforme o setor e o regime tributário, como o Simples Nacional.
Neste guia sobre Reforma Tributária, você vai entender o que muda, quando entra em vigor, como funcionam o IBS e CBS, o Imposto Seletivo e como preparar sua empresa para esse novo cenário.
Neste conteúdo, veja:
- O que é a Reforma Tributária;
- O que muda para as empresas;
- Quando entra em vigor a Reforma Tributária;
- IBS e CBS: entenda os novos impostos na prática;
- Qual será a alíquota da Reforma Tributária e como ela impacta seu negócio;
- Por que essa mudança importa para a sua empresa;
- Impactos da Reforma Tributária para empreendedores;
- O que é o Imposto Seletivo e quais setores serão afetados;
- Como preparar sua empresa para a Reforma Tributária;
- A Conta Azul já está pronta para a Reforma Tributária: emita suas notas fiscais com IBS e CBS;
- Entenda a Reforma Tributária na prática com especialistas.
Reforma Tributária
Simplifique a Reforma Tributária e saia na frente
Acesse o guia completo!O que é a Reforma Tributária?

Em dezembro de 2023, a nova Reforma Tributária foi aprovada pelo Senado e pelo Congresso Nacional, por meio da Emenda Constitucional 132/2023. Já em dezembro de 2024, a Câmara dos Deputados aprovou um dos projetos de regulamentação da proposta, que havia retornado do Senado com alterações. Essa norma representa a maior mudança no sistema tributário nacional das últimas décadas e marca um novo capítulo na estrutura de tributos do país.
A Reforma Tributária no Brasil tem como objetivo simplificar e unificar um amplo conjunto de tributos que incidem sobre o consumo. No entanto, as mudanças acontecerão de forma gradual. A nova forma de tributação sobre mercadorias e serviços começará a ser implementada em 2026, com conclusão prevista para 2033.
Já a transição relacionada à cobrança do imposto no destino (local do consumo) será ainda mais longa: terá início em 2029 e será finalizada apenas em 2078.

Fonte: Receita Federal
Leia também: Quais são os tributos que existem no Brasil e como eles afetam o planejamento financeiro da empresa?
O que muda com a Reforma Tributária: as 5 principais mudanças para as empresas
A Reforma Tributária altera a forma como as empresas pagam impostos no Brasil. O foco é simplificar regras, reduzir distorções e tornar a cobrança mais previsível para negócios de todos os portes, especialmente micro, pequenas e médias empresas.
1. Unificação de cinco impostos em dois
Hoje, sua empresa paga PIS, Cofins, ICMS, ISS e IPI separadamente. Com a reforma, esses tributos serão substituídos por apenas dois: CBS (federal) e IBS (estadual e municipal), seguindo o modelo de IVA dual.
Impostos que acabam
- PIS;
- Cofins;
- ICMS;
- ISS;
- IPI (com exceção da Zona Franca de Manaus).
Impostos novos
- CBS;
- IBS.
2. Fim da tributação em cascata
No sistema atual, um imposto pode incidir sobre outro ao longo da cadeia. Com a Reforma Tributária, CBS e IBS geram crédito, evitando que o imposto “se acumule” no preço final.
Na prática, cada empresa paga apenas sobre o valor que realmente adiciona ao produto ou serviço.
3. Cobrança no destino, não na origem
Hoje, parte dos impostos fica onde a empresa está localizada. Com a Reforma Tributária, a cobrança passa a ser feita no local do consumo, ou seja, onde o cliente está.
Isso reduz a guerra fiscal entre estados e muda a lógica de arrecadação para muitas empresas.
4. Nova alíquota padrão
A proposta prevê uma alíquota única estimada em até 26,5%, somando CBS e IBS. O percentual é alto, mas substitui vários impostos que hoje são cobrados separadamente.
O impacto real vai depender do setor, do regime tributário e da estrutura da empresa.
5. Regimes especiais e isenções
A reforma cria regimes diferenciados, com alíquotas reduzidas para áreas como saúde e educação. Os produtos da cesta básica terão isenção total de impostos.
Essas regras buscam reduzir o impacto da reforma sobre itens essenciais.

Fonte: Receita Federal
Cashback de impostos: como vai funcionar a devolução para consumidores
A Reforma Tributária também criou o mecanismo de cashback tributário, que prevê a devolução parcial de tributos para famílias de baixa renda, inscritas no CadÚnico.
Critérios para o recebimento:
- Residir no Brasil e possuir CPF ativo;
- Compras feitas por qualquer membro da família serão consideradas;
- Benefício começa em 2027 para a CBS e 2029 para o IBS.
O valor poderá ser:
- Descontado automaticamente na fatura de serviços essenciais (energia elétrica, água, gás);
- Transferido para conta bancária, em até 15 dias após apuração + 10 dias para repasse pelos bancos.
Nova categoria de contribuinte: o que muda para prestadores de serviço
A emenda constitucional cria a figura do “nanoempreendedor”, uma nova categoria de contribuinte com isenção total da CBS e IBS, desde que não optem pelo regime MEI.
Critério de enquadramento:
- Faturamento anual de até R$ 40,5 mil, equivalente a 50% do limite do Simples Nacional.
Essa medida pode beneficiar profissionais autônomos e prestadores de serviço informais, incluindo atividades como beleza, manutenção, artesanato, entre outras. O objetivo é formalizar e desonerar quem está na base da pirâmide produtiva, ampliando a inclusão tributária.
Leia também: O que muda com a nova Nota Fiscal Nacional (2025)
Quando entra em vigor a Reforma Tributária?
As mudanças da tributação ocorrerão aos poucos. O processo de transição da Reforma Tributária começa em 2026 e vai até 2033. Confira o que muda em cada ano:
- 2026: início da cobrança do CBS e IBS, com alíquotas de 0,9 e 0,1% respectivamente;
- 2027: extinção do PIS/Cofins e redução a zero da alíquota do IPI, exceto para itens produzidos na Zona Franca de Manaus;
- 2029 a 2032: extinção gradual do ICMS e ISS;
- 2033: vigência integral do novo sistema e extinção dos tributos antigos;
- 2029 a 2078: mudança gradual em 50 anos da cobrança tributária da origem (local de produção) para o destino (local de consumo).

Fonte: Receita Federal
Leia também: Entenda quais são os Códigos de Situação Tributária
IBS e CBS: entenda os novos impostos na prática
Como já dissemos, o IBS e o CBS são a base da Reforma Tributária e formam o novo modelo de tributação sobre o consumo no Brasil. Juntos, eles substituem PIS, Cofins, ICMS e ISS, simplificando a forma como as empresas pagam impostos.
O CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) é um tributo federal que substitui o PIS e a Cofins. Ele incide sobre bens e serviços, tem alíquota definida pela União e segue a lógica de crédito ao longo da cadeia.
Na prática, isso significa que o imposto pago nas etapas anteriores pode ser abatido. Por exemplo, se sua empresa compra um insumo e depois vende um produto, o CBS incide apenas sobre o valor agregado.
Já o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) substitui o ICMS e o ISS e será um tributo estadual e municipal. Ele não será administrado pela Receita Federal, mas por um Comitê Gestor, com participação de estados e municípios.
A principal mudança do IBS é a alíquota uniforme em todo o Brasil, o que reduz a guerra fiscal entre estados e traz mais previsibilidade para quem vende para diferentes regiões.
Empresas do Simples Nacional não terão impacto direto nos primeiros anos da reforma. Ainda assim, é importante acompanhar as mudanças, já que fornecedores e clientes podem repassar novos custos ou créditos.
A reforma também prevê o Split Payment, um modelo em que o imposto é retido automaticamente no momento do pagamento. Isso reduz a sonegação e facilita o cumprimento das obrigações tributárias pelas empresas.
Antes da reforma
- 5 impostos diferentes;
- Múltiplas regras e alíquotas;
- Cobrança na origem.
Depois da reforma
- 2 impostos: CBS e IBS;
- Alíquotas mais uniformes;
- Cobrança no destino.
Qual será a alíquota da Reforma Tributária e como ela impacta seu negócio?
Com a Reforma Tributária, a cobrança sobre o consumo será centralizada no IVA dual, formado pela CBS (federal) e IBS (estadual e municipal). A proposta prevê uma alíquota-padrão máxima de até 26,5%, que será aplicada sobre a maioria dos bens e serviços.
Esse percentual representa uma média do total de tributos que hoje incidem separadamente, como PIS, Cofins, ICMS e ISS. A ideia é substituir o modelo atual, que pode ultrapassar 30% dependendo da operação, por um sistema mais transparente e uniforme.
Alíquotas diferenciadas e isenções
Para garantir justiça fiscal, a nova legislação prevê alíquotas reduzidas ou zeradas para alguns segmentos essenciais:
Alíquota reduzida (60% de desconto sobre a alíquota-padrão) para:
- Serviços de saúde e educação;
- Medicamentos (não listados como isentos);
- Insumos agropecuários;
- Produções culturais;
- Produtos de limpeza;
- Atividades esportivas.
Alíquota zero para:
- Cesta básica nacional: arroz, feijão, leite, açúcar, macarrão, sal, manteiga, carnes e peixes, farinha de mandioca e de milho;
Essa isenção total sobre carnes, prevista na nova Reforma Tributária, gerou destaque no debate público. A ideia é garantir acesso a alimentos essenciais com menor carga tributária, o que reforça a importância da reforma tributária na carne e em outros itens básicos do dia a dia dos brasileiros.
- Itens complementares:
- Fórmulas infantis e especiais;
- Óleo de babaçu;
- Pão francês;
- Grãos e farinhas de aveia, trigo, milho;
- Queijos como muçarela, minas e ricota;
- Mate;
- Ovos e coco;
- Frutas frescas, refrigeradas ou congeladas sem adição de açúcar;
- Plantas e produtos de floricultura com finalidade alimentar, medicinal ou ornamental.

Além disso, medicamentos para doenças graves e serviços educacionais também estarão isentos de IBS e CBS.
Por que essa mudança importa para a sua empresa?
Embora a alíquota de 26,5% possa parecer alta à primeira vista, ela substitui vários tributos em cascata que atualmente distorcem os preços e dificultam o planejamento financeiro. Com a simplificação, espera-se:
- Redução de custo administrativo com apuração de impostos;
- Mais previsibilidade para precificação e negociação com fornecedores;
- Potencial redução de carga para empresas que operam com margens apertadas, especialmente no setor de serviços e comércio.
Se a sua empresa atua em segmentos com isenção ou alíquota reduzida, vale conversar com o contador ou BPO financeiro para entender como se preparar e adaptar os preços e a gestão tributária.
Impactos da Reforma Tributária para empreendedores
A Reforma Tributária promete simplificar o sistema e melhorar o ambiente de negócios no Brasil. Mas, na prática, o que muda para quem empreende?
Depende do regime tributário e da atividade da sua empresa.
Para quem está no Simples Nacional
Se você é MEI ou optante do Simples, a princípio, não terá mudanças imediatas. A estrutura de tributos segue como está. Porém, é importante ficar atento, pois fornecedores e prestadores fora do Simples podem repassar aumentos, o que afeta o seu custo final.
Para quem está no Lucro Presumido ou Lucro Real
Aqui, o impacto é mais direto. Com a adoção do IVA dual (CBS + IBS), a carga tributária pode aumentar, ou não, dependendo do seu setor e da possibilidade de gerar créditos tributários.
Você pode pagar mais ou menos imposto, e o que vai fazer a diferença é a estrutura de custos do seu negócio.
Veja dois exemplos práticos:
- Setor de saúde com alíquota reduzida (60%)
Cenário atual (Lucro Presumido):
- Valor cobrado do cliente: R$ 5.000
- Tributos (PIS, Cofins e ISS): R$ 432,50
- Valor líquido para a empresa: R$ 4.567,50
Cenário futuro com Reforma Tributária:
- Nova alíquota: 28% – 60% = 11,2%
- Valor cobrado do cliente: R$ 5.079,06
- Tributo (CBS/IBS): R$ 511,56
- Valor líquido para a empresa: R$ 4.567,50
Mesmo com a redução, o valor total de imposto pago aumenta.
- Tributação integral (sem redução)
Cenário atual (Lucro Presumido):
- Valor cobrado do cliente: R$ 5.000
- Tributos: R$ 432,50
- Valor líquido: R$ 4.567,50
Cenário futuro com alíquota cheia (28%):
- Valor cobrado do cliente: R$ 5.846,40
- Tributos: R$ 1.278,90
- Valor líquido: R$ 4.567,50
A empresa precisaria repassar esse custo ao cliente ou absorver a perda na margem.
O que é o Imposto Seletivo e quais setores serão afetados?
O Imposto Seletivo, conhecido como “imposto do pecado”, será aplicado à produção, comercialização ou importação de itens prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. A medida busca desestimular o consumo de certos produtos e práticas.
Produtos e serviços afetados incluem:
- Cigarros e produtos do fumo;
- Bebidas adoçadas (refrigerantes, sucos com açúcar);
- Bebidas alcoólicas (com alíquota proporcional ao teor de álcool);
- Automóveis, inclusive os elétricos;
- Barcos e aeronaves de uso particular;
- Jogos de apostas, como “bets” e “fantasy games”;
- Extração de recursos naturais, como minério de ferro, petróleo e gás.
Apesar de ter sido mantida a incidência sobre bebidas açucaradas, itens como armas e munições ficaram de fora do escopo de aplicação.
Como preparar sua empresa para a Reforma Tributária?
A Reforma Tributária já começou e as primeiras mudanças já entraram em vigor em 2026. Quanto antes sua empresa se organizar, mais fácil será adaptar processos, preços e o planejamento tributário ao novo modelo.
Passo 1: Consulte seu contador ou BPO financeiro
Converse com um especialista para entender como CBS e IBS impactam seu regime tributário. Simulações personalizadas ajudam a prever mudanças na carga de impostos e tomar decisões mais seguras.
Passo 2: Atualize seus sistemas de gestão e emissão de notas
A partir de 2026, a emissão de notas fiscais precisa destacar corretamente CBS e IBS. Por isso, ERPs e softwares de gestão devem estar preparados para as novas regras.
Passo 3: Revise sua estrutura de custos e precificação
Mapeie insumos tributados para identificar créditos possíveis. Essa análise ajuda a recalcular margens e ajustar preços ao novo cenário da reforma tributária para empresas.
Passo 4: Avalie contratos de longo prazo
Contratos firmados antes da reforma podem ter cláusulas de reajuste incompatíveis com o novo modelo. Antecipar essa revisão evita surpresas no futuro.
Passo 5: Capacite sua equipe financeira
A área administrativa precisa entender os novos processos de apuração, declaração e controle de impostos para reduzir erros e ganhar eficiência.
A tecnologia é parte fundamental dessa preparação. Sistemas de gestão, como a Conta Azul, facilitam o controle de tributos, a geração de relatórios e a troca de informações com o contador, ajudando sua empresa a enfrentar a reforma Tributária com mais segurança.
A Conta Azul já está pronta para a Reforma Tributária: emita suas notas fiscais com IBS e CBS
A Reforma Tributária exige que empresas passem a emitir suas notas fiscais com os novos tributos IBS e CBS. Para facilitar essa transição, a Conta Azul já disponibilizou todos os campos e processos necessários para atender às regras da Lei Complementar nº 214.
Agora, empresas do regime normal podem emitir Notas Fiscais Eletrônicas de Produto (NF-e) e Notas Fiscais de Serviço (NFS-e) totalmente compatíveis com o novo modelo fiscal.
O processo já está funcionando em todos os tipos de NF-e e NFS-e. Tudo foi validado, testado e aprovado para oferecer segurança e conformidade desde o primeiro dia.
Com a Conta Azul, sua empresa já está preparada para a nova legislação e pode seguir emitindo notas de forma simples, rápida e dentro das regras. Prepare seu negócio para a Reforma Tributária com praticidade. Teste grátis a Conta Azul!
Perguntas frequentes sobre a Reforma Tributária
O que muda com a Reforma Tributária?
A Reforma Tributária vai unificar tributos federais, estaduais e municipais em dois novos impostos: CBS (federal) e IBS (estadual/municipal). Isso torna o sistema mais simples e reduz a cobrança em cascata.
Quando a Reforma Tributária começa a valer?
A Reforma Tributária entra em vigor em 2026, mas a transição será gradual até 2033. Algumas mudanças, como a cobrança no destino, vão até 2078.
A Reforma Tributária vai aumentar os impostos?
Depende da atividade e do regime da empresa. Para alguns setores, como serviços, pode haver aumento. Já áreas como saúde, educação e alimentos básicos terão alíquotas reduzidas ou isenção.
Quem está no Simples Nacional será afetado?
Sim, mas de forma indireta. O Simples Nacional continua existindo, mas empresas poderão sentir reflexos nos preços de fornecedores e clientes fora do regime.
Como se preparar para a Reforma Tributária?
Converse com seu contador, faça simulações e use a tecnologia a seu favor. Um sistema ERP como a Conta Azul ajuda a manter o controle financeiro em dia e tomar decisões com base em dados.
Posso optar por não aderir à Reforma Tributária?
Não. A Reforma Tributária é uma mudança constitucional e vale para todas as empresas. O que varia é o impacto, de acordo com o setor, o regime tributário e a forma como o negócio está estruturado.
Como funciona o cashback de impostos?
O cashback prevê a devolução de parte dos impostos pagos para famílias de baixa renda, principalmente sobre consumo essencial. O benefício é voltado ao consumidor final e não altera diretamente a apuração das empresas.
A Zona Franca de Manaus continua com incentivos?
Sim. A Reforma Tributária mantém os incentivos da Zona Franca de Manaus. O IPI terá alíquota zerada para a maioria dos produtos, com exceções ligadas à política de desenvolvimento da região.
Posso recuperar créditos sobre todos os custos?
Não sobre todos. Os créditos de CBS e IBS poderão ser aproveitados sobre gastos ligados à atividade da empresa. As regras completas ainda dependem de regulamentação, mas o objetivo é reduzir a cobrança em cascata.
Entenda a Reforma Tributária na prática com especialistas
Quer compreender como a Reforma Tributária vai impactar empresas e contabilidades? No episódio do podcast da Conta Azul, Bernard Appy, Secretário Extraordinário da Reforma Tributária, e Adilson Ruy, CEO do Grupo Ruy & Cecon Associados e Embaixador Conta Azul, explicam o que muda na rotina de quem empreende e atua com gestão financeira.
No bate-papo, eles abordam:
- A transição para o novo modelo de IVA dual (CBS e IBS);
- As mudanças na precificação e na recuperação de créditos;
- Como a contabilidade ganha um papel ainda mais estratégico;
- E o que o empreendedor precisa adaptar em processos, contratos e sistemas.
Assista ao episódio completo abaixo:



